Episódio 15: Halloween – ou como fico ridícula mascarada

Não sou uma pessoa que adore máscaras, fantasias e coisas que envolva estar mascarada. Quando era pequena tive uma fase em que adorava, mas agora, admito que alinho mais pelo convívio evitando sempre qualquer tipo de coisas que implique eu interpretar qualquer papel que não seja o meu.

Na quarta-feira, dia 31 de outubro, celebrou-se o Halloween e acabei por ir celebrá-lo a casa de uma amiga que é uma verdadeira fã deste dia, estando ela e a casa toda a rigor, com direito a decorações personalizadas e “assustadoras” e até um quizz temático (que a minha equipa ganhou, por sinal – afinal, ouvir as conversas do namorado com os amigos sobre histórias de terror tinham de compensar).

Tudo isto para explicar que há pessoas que vivem muito intensamente estas quadras festivas, mas há coisas que me passam particularmente ao lado. Atenção! Acho maravilhoso ver pessoas tão apaixonadas por tradições e, principalmente, por mantê-las tão vivas, mesmo que estas não sejam “originais” do nosso país, mas acredito que isto também seja uma das consequências desta coisa que é a globalização.

No entanto, a coisa começa a não correr bem quando começam a pedir (leia-se “exigir”) que eu – nunca é demais recordar-vos que meço apenas 1,47m – tenho de me disfarçar seja do que for. Mas, minha gente… Compreendam que não há nada que me vá ficar bem ou parecer credível, a não ser um bebé gigante (e não há nada mais azeiteiro do que isso!) ou coisas pequenas e fofas como abóboras (perceberam a ligação ao teaser, hã?😉)

Admito que muita dessa crença provenha do meu desgosto de não gostar de me disfarçar, marcar, pintar demasiado ou, no fundo, encarnar personagens mas imaginem-me lá mascarada de abóbora, bruxas ou mesmo a caveira do Día de los Muertos? Nunca seria levada a sério! 😂

Nem me ponham a falar da moda tonta das celebridades de se mascararem de TUDO menos de coisas assustadoras no Halloween. É que, por favor, pessoas! Vão ao Rio de Janeiro, a Veneza ou a Estarreja e vejam o que é um Carnaval como deve ser… O Halloween é suposto ser mais assustador, não é fazer-me passar por Barbie, modelos da Victoria’Secret ou a Fiona do Shrek.😰 Porque se é para ser, ao menos, cumpram o tema porque não há nada pior do que ir para uma festa e usar o tema errado.

Até ao próximo episódio!

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Pat, a Fun Sized |  Sofia, a Ilustradora

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Patricia Fernandes

Miúda de 25 anos, apaixonada por música e redes sociais - com um affair em jornalismo. Podem encontrar-me, com frequência, em concertos ou num café a falar de música.

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